segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Miss Anita e Mr F

Menos de 48 horas depois do encontro com Mr. Slave, a minha querida Anita regressou até a mim, trazendo com ela uma outra companhia.
Mas deixem-me me recuar um pouco no tempo.

O Mr. F é alguém com que me habituei a conviver virtualmente. Como tal, sem poder deixar de ser, fui construindo uma imagem mental dele. 
Não sendo uma imagem negativa, a ideia que eu tinha sobre as suas preferências deixavam me completamente de lado.
Quando li a mensagem privada onde ele com um certo cuidado me propunha um menage-a-trois com a Anita (curiosamente na mesma altura que o Mr. Slave. Coincidências.), não posso negar e ele sabe, que li as suas palavras digamos, que com uma certa desconfiança.
Fui sincera na resposta e aos poucos, na troca de correspondência que se seguiu, ele conseguiu que eu o começasse a ver com outros olhos. 
Nesses dias que antecederam o nosso encontro, a Anita também se mostrou muito hesitante. Ele como é uma pessoa respeitadora, colocou me a hipótese de se desmarcar, pois ele não queria impor a sua vontade a ninguém. Mas entretanto aconteceu um jantar forístico, quem que nós as duas andamos a trocar saliva e ela decidiu-se em avançar.
Admirei-me com a reação bastante alegre que ele manifestou quando eu comentei esse facto.
As conversas no MSN a três também ajudaram a que eu cada vez me fosse sentindo mais a vontade, chegando mesmo a desejar que nada de mal acontecesse e que impedisse a vinda deles ate a mim.

Reservei aquele dia somente para estar com eles, pois apesar de ser uma marcação com um casal, passou a ser também a ser um encontro de três amigos.

Vim para Leiria muito mais cedo do que é habitual, fiz as limpezas da praxe diária, e fui ao Intermaché fazer umas compritas, mas o objectivo principal era comprar preservativos . 
Não tinham e lá tive eu de ir a farmácia.
Com essa demora, atrasei me um bocadito na marcação da esteticista, mas vá lá. Ela não meteu ninguém na minha vez. Fui arranjar as mãos e os pés propositadamente. Não gostei lá muito. Ou eu estou mal habituada a maneira excelente que a minha esteticista habitual tem de trabalhar, ou esta a quem eu fui não se esforçou muito. É pena, fica aqui tão pertinho.
Saí de lá era meio dia ainda com o verniz fresco por secar, mas eles iam chegar a uma da tarde, e eu ainda tinha de tomar banho, decidir o que ia vestir, etc. Coisas de gaja.

Tomei banho e foi por mero acaso que agarrei no gel de banho com cheirinho a baunilha. Gosto de ir variando, mas desta vez este ficou para a história.
Lingerie preta, calças direitas pretas, camisola preta com um decote generoso. Tudo preto, como sempre. Rímel nas pestanas, gloss de cor nos lábios e os sapatos (pretos, pois claro) que eu tinha comprado de propósito para aquele dia, mas pensado levar ao dito jantar e desistido no ultimo minuto.
Desta vez não desisti, eu sabia que ele ia gostar.
Para quebrar um pouco o preto, pus o colar que usei da ultima vez que tirei fotos, que só por acaso (ou não eheheheh), me deu quiçá um ar mais…………….. exacto…….. gotish. 
Eles chegaram e em vez de subirem, desci eu com cuidado para não cair daqueles saltos abaixo.
Saí e só o vi a ele …
Absorvi esse momento.
Ele, sorridente , charmoso, trintas e picos, a irradiar simpatia e alegria na sua maneira de dizer “ Ora cá temos a Laurinha.”
Apeteceu me abraça lo e que ele me abraça se..
Para resistir a esse impulso, procuro pela Anita que estava atrás de um carro, toda atrapalhada por o colar se ter engatado na carteira.
Rumamos para o restaurante, dei uma indicação mal, mas lá fomos ter.
No banco detrás, eu ia num misto de nervoso miudinho aliado a timidez disfarçada, misturado com uma sensação boa de estar entre pessoas de confiança.
Antes de entrar mos n´Buraco da Velha, foram me oferecidos uns chocolates que aguardam serem comidos.
Penso que nenhum de nós tinha muita fome, pois conversou se mais do que se comeu.
Uma das coisas que se falou, foi em cheiros. A minha afilhada como estava do outro lado da mesa, não o fez, mas ele chegou bem perto para inspirar o meu cheirinho a baunilha, e ao tocar me no braço com a ponta do nariz, faíscamente arrepiou me.
Senti me intrigada com aquele contacto electrizante e não descansei enquanto não o toquei eu. A sensação repetiu se e ele encostou os lábios ao meus.
No meu apartamento arrependi me por ainda não ter comprado uma máquina de café, teria todo o gosto em lhes ter servido um ou vários. Talvez numa próxima, quem sabe? 

E agora como é que eu conto o que se passou a seguir?
Vou tentar.

Tentando…

Cá vai.

A minha fofinha, como já conhecia minimamente os cantos a casa, foi até a casa de banho.
Mr. F chegou se a mim e beijou me. Beijou me muito, e eu fiquei ali abandonada nele.
Obriguei me a afastar e enquanto foi ele ate a casa de banho, eu fiquei na conversa com a lindona, ao mesmo tempo que estendia um lençol por cima da cama..
A ideia era tomar mos banho a três, mas ela retraiu se.
Ouvi o chuveiro a correr, e enquanto ela acendia um cigarro e fui, despi me e algo envergonhadita das minhas banhinhas de estimação, mas a disfarçar o máximo que me era possível, juntei me a ele. Logo as nossas bocas se juntaram de novo, o gel de baunilha foi mutuamente distribuído por ambos com toques nada inocentes, ele molhou me o cabelo que tanta trabalheira me tinha dado a secar, mas eu de nada me importei. Ajoelhei me e “rezei” aquela oração que faço com gosto e devoção.
A Anita de vez em quando vinha espreitar, mas não se quis juntar nós. Um dia destes, tenho de lhe perguntar porque.
Não faço ideia do tempo que demoramos naquilo que foi muito mais que um banho, mas acredito que ela tenha tido tempo para fumar vários cigarros.
Troca mos. Nós fomos para o quarto, e ela foi se arranjar.
Eu e ele não descolava mos, mas quando ela chegou num conjunto preto de mini camisa de dormir e robe, ambos de cetim, paramos ambos para aprecia la. Ela estava linda, sexy, apetecível e deixando o F recostado na cama, ajoelhei me a frente dela e parti em busca aquele corpo feminino que me dá arrepios de tesão.
Adoro as suas mamas, para mim são perfeitas (42 natural, como ela gosta de dizer).
Para mim, aqueles mamilos são perfeitos e incitam me a ficar lá a saborea los tempos infinitos, mas a Anita excitada tem urgência nos actos e logo de seguida estava a sentir a sua língua em mim.
O F juntou se a nós. Não me lembro bem, mas acho que me enfiou aquele tamanho XL. Ou será que foi ao contrário, ela é que chupou enquanto eu a chupava a ela?
Olhem não interessa! Se não foi dessa vez, foi a seguir!! Ou antes. ou sei lá .. foda se .. Que confusão na minha cabeça agora, com a agravante que estou a ficar excitada só de estar a recordar.
Adiante. a dada altura eu engasguei me .. mas engasguei me a serio.. Senti a pouca da picanha a subir o esófago ( raisparta o raio da válvula que não funciona como deve de ser ). Deixei os a vontade e entretidos e fui a casa de banho. Lavei os dentes, bocejei com listerine e aproveitei para me refrescar.
Toda eu era lubrificante natural próprio, saliva dos dois e alguma transpiração. Claro, num ambiente incandescente como aquele, quem é que consegue manter a frescura.
Tudo isto demorou algum tempito, e o F[size=85] ( e são estes pormenores que as vezes acentuas certas diferenças ) [/size], veio bater a porta a perguntar se eu estava bem ..
Quando regressei, estava ele a penetra- la por trás a beira da cama, que sendo baixinha não dá muito jeito mas eles estavam a um bom ritmo..
Fui me enfiar debaixo dela, tendo uma óptima visão do pau dele a entrar e a sair dela, com os lábios e as mamas dela ali mesmo a mão de semear. Era só uma questão de posicionar a minha cabeça em ângulos diferentes.
Entre nós aconteceu de tudo um pouco, curiosamente, menos anal. A dada altura ele fez me vir com a boca e achei um piadão a Anita com o seu jeito lolita castiço a reclamar que também queria.
Ela estava em busca daquele orgasmo com esguicho 
Fodilhona do F lhe valeu. Talvez um dia o consigas minha linda, o importante é não desistires.
O desgraçado do meu coelhinho pecou por estar com as pilhas fracas, que depois o F me ter quase esgotado o stock de orgasmos induzidóespontaneos , tive de recorrer ao brinquedo , mas ele falhou me.. Um dia destes ponho o de molho em vinha de alhos, cozinho e como o ahahahahah
O Mr. F é um Fodilhao insaciável, e naquele dia eu também estava, a Anita também. Montou o num momento sublime quem que com aquela vozinha de gatinha que só lhe faltava fazer rom rom , ia dizendo “ ai madrinha , é tão bom “ .. Oh F, ele esta todo lá dentro.
Estivemos horas nisto.
Não vou contar como é que estrastosfericamente o fornicanço acabou. Será um momento que eu reservarei somente para o conhecimento de nós os três.
Somente digo que para mim terminou (salvo seja) como começou. Eu a absorve-lo.
A não ser claro que um deles queria contar.
Oh Anita, já agora desafio te a escreveres a tua versão.
Eles a descerem as escadas, e eu a ficar com saudades.
Ainda fui a janela para intuitivamente lhes mandar um beijo e um ultimo olhar, mas eles ………. Eles já tinham ido.

Poderia ter atribuído varias letras para designar este Senhor , mas o F, de fodilhão é o que resume varias coisas numa só palavra..
Para mim ser fodilhão não é somente aguentar horas a “martelar” sem dar parte fraca. É também conseguir dar carinho, transmitir o quanto se deseja o outro/a, etc. 
É melhor ficar por aqui, antes que me “enterre “ mais.

A Anita é uma Leoa Rom Rom 

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